Conexão Repórter investiga a violência contra animais no Brasil

No Conexão Repórter desta quinta, 9 de fevereiro, Roberto Cabrini investiga a violência contra os animais. O programa registra bois à espera da morte e o sofrimento no corredor do abate, um flagrante estarrecedor de um animal que tenta fugir desesperadamente em uma luta pela sobrevivência. 

A produção do programa se infiltrou no universo das chamadas “rinhas”, uma competição proibida no Brasil, mas que ainda persiste na clandestinidade. Cabrini mostra também como agem os traficantes de animais em um comércio que acontece a céu aberto nas grandes e pequenas cidades. 

E mais: os voluntários que cuidam de animais abandonados e a história surpreendente de Titã, o cão que passou mais de doze horas enterrado vivo.

CONEXÃO REPÓRTER
Nesta quinta, à 00hoo

Audiência com violência, será que vale a pena?

Quem viu o Pânico na TV da RedeTV! nas últimas semanas, tem percebido que a violência tem tomado conta do programa.

Tudo começou quando Bolinha, produtor do Pânico, decidiu “infernizar” a vida da Panicat Dani Bolina, pois ela havia se casado.

Após várias brincadeiras moralmente violentas, a Panicat decidiu se “vingar” do produtor e em um acidente. Marcelo Bolinha teve seu ombro quebrado.

O ruím de tudo, é que essas brincadeiras  acabam deixando o programa na liderança, mas  pergunta-se: Será se vale a pena usar essas estratégias para alavancar a audiência do programa?

Um programa de humor para fazer rir deve contar piadas, fazer tiradas sarcásticas, e etc., não ficar machucando seus próprios integrantes.

A edição do Pânico simplesmente leva esses absurdos ao ar para agradar o público que gosta de ver pessoas em guerra, se degladiando, ao invés de exibir piadas e sátiras, coisas típicas de um humorístico.

Será que a direção do Pânico gosta mesmo de comemorar liderança com reportagens assim?

Matéria escrita por José Vitor d’Ávila.

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