Record não quer se parecer Rede Globo

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A Record, logo no começo do ano, vai lançar o seu novo slogan, “Record, uma TV aberta para o novo”, com o propósito de se reafirmar como um canal convencional e, ao mesmo tempo, buscar sempre um caminho próprio em todos os seus trabalhos, especialmente nas áreas de produção e programação.

Esta, pelo menos, é a intenção, a de acabar com a imagem de copiar a Globo. Ou, como alguns preferem brincar, fazer com que não tenha mais sentido o apelido “Recópia”.

Talvez seja esta, antes mesmo que as novidades conhecidas e outras que ainda venham a acontecer, a principal das iniciativas. Já não era sem tempo. Acabar com essa história de simples rascunho.

E todo este trabalho, como simples sugestão, poderia começar com a troca dos títulos de alguns dos seus programas, criados “à imagem e semelhança” da vizinha ao lado.

Não tem cabimento algum continuar insistindo com “Esporte Fantástico” ou “Domingo Espetacular”, entre outras bobagens. Isto denota absoluta falta de criatividade. Se foi uma maneira de espetar a concorrente, o tiro saiu pela culatra. Há muito tempo deveriam ter deixado de existir.

Record inaugura em 2015 o slogan “Uma TV aberta para o novo”

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Há anos martelando o slogan “A caminho da liderança”, sem ameaçar a Globo, a Record inaugura em 2015 o slogan “Uma TV aberta para o novo”. A ideia se apoia no contexto das novas mídias.
A grande aposta estará no ex-funcionário Gugu Liberato, que ocupará a faixa nobre a partir de fevereiro, por três dias da semana, mesclando entretenimento e informação.
Com uma novela por temporada, a Record dará andamento ao investimento em séries, mas sem pretensão de competir com a Globo nos gastos. “Não temos mais grandes salários na Record”, decretou o vice-presidente Marcelo Silva, em encontro com poucos jornalistas, ontem.

 

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