Produção de “remakes” deve observar certos cuidados

Foto: Divulgação/TV Globo

Baseado no sucesso de “Ti Ti Ti”, que ontem teve o seu último capítulo exibido, e na repercussão da reapresentação de “Vale Tudo” no canal Viva, alguns já defendem a tese que a Globo deve continuar investindo no “remake” dos seus grandes sucessos.

Na verdade, ninguém tem nada contra e isso até pode acontecer, entre tantos bons motivos, porque o público de hoje não é necessariamente o do passado. Há uma renovação constante.

Só que será necessário usar de certos cuidados. Se agora já temos um canal de reprises, é importante que se estimule cada vez mais a criatividade dos nossos autores e não faltem incentivos para o aparecimento de novos valores.

De vez em quando, tudo bem, mas que isto não se transforme em uma regra.

Matéria escrita por Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Após participação em “Ti ti ti”, Gustavo Leão conquista público gay

Gustavo Leão

Gustavo Leão estava ciente de que participaria de apenas quatro capítulos da novela “Ti Ti Ti”, mas o que ele não imaginava é que seu personagem, Osmar, daria tanto o que falar, se tornando um dos tópicos mais comentados do twitter. “Não esperava esse sucesso em tão pouco tempo. Fiz uma novela inteira, a Beleza Pura, e não tive nada parecido com a repercussão do Osmar”, contou, acrescentando: “Falei com o Andre Arteche, que a gente tinha quatro capítulos para conquistar o Brasil. O meu personagem é homossexual, mas não é esteriotipado. Provamos que não precisa ter beijo na boca para conquistar as pessoas”.

O ator ainda contou que a novela fez com que ele ganhasse novo público. “Fiquei muito feliz com o trabalho porque conquistei novos fãs e até mesmo fãs gays que se comunicam comigo com o maior respeito.”

Sobre um possível convite de se tornar um representante da causa em manifestações gays, Gustavo não descartou. “Sou muito bem resolvido quanto a minha sexualidade e não tenho problemas em apoiar causas nobres, como essa”. Já sobre um ensaio para revista gay, ele desconversa. “Não preciso disso. É muito pessoal”, afirmou.

Por: Luisa Girão, iG

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