“Record News” precisa rever conceitos para se aproximar do projeto original

A ordem na Barra Funda é fazer acontecer a “Record News”, projeto que exterminou a Rede Mulher para ser a primeira emissora aberta dedicada totalmente ao jornalismo. Além da contratação de profissionais (principalmente para o vídeo), os executivos do canal querem investir em mais programas que possam conquistar audiência da classe C. A intenção é que o formato revista eletrônica ocupe uma parcela significativa da grade diária. Nos bastidores da Barra Funda há quem defenda um programa neste gênero no período da tarde para fisgar a mulher que está em casa e não gosta de acompanhar filmes ou séries, tirando este público das tradicionais atrações femininas vespertinas.

O problema da “Record News” não está nas contratações ou desenvolvimento de programas. Está no sinal que ainda é muito fraco em várias cidades e praticamente não existe em São Paulo, onde a NET só disponibiliza a “Record News” em pacotes especiais, inviabilizando assim sua audiência no principal mercado publicitário. Diante deste cenário, a emissora tem mais potencial no interior do Estado e em praças menores distribuídas no país, mas não tem programas desenhados para esta realidade.

Fonte: Parabólica

Record News faz suas últimas apostas para levantar a emissora

Ricardo Kotscho e Heródoto Barbeiro - Divulgação

As mudanças em curso na Record News, com as prováveis contratações de novos profissionais, entre eles Heródoto Barbeiro e Ricardo Kotscho, foram aprovadas pela alta direção da Record como última tentativa para levantar a emissora. O conceito é esse mesmo. Sair em busca de grandes expressões do jornalismo para aumentar a repercussão do canal, que até agora –desde a sua implantação em setembro de 2007– nunca se colocou entre os principais veículos de informação.

Existem especulações sobre outras figuras conhecidas e respeitadas da nossa imprensa, Juca Kfouri entre elas, mas o projeto ainda vai sendo tocado em segredo, até para não comprometer negociações com os alvos desejados.

Internamente, segundo fontes da própria da Record, tudo foi colocado na base do “é agora ou nunca”. Antes de se decidir por mais essa rodada de investimentos, a possibilidade de transformar a emissora num simples canal de reprises –como a Globo tem o “Viva” na TV fechada– chegou a ser cogitada e esteve quase em vias de acontecer.

Essas informações é do colunista Flávio Ricco

Marco Camargo entrevista Fresno na Record News

Nesta sexta-feira (11/02) no programa Entrevista Record Música, Marco Camargo recebe a banda Fresno. O grupo bate um papo com o apresentador e toca ao vivo seus sucessos. A atração vai ao ar ás 21h15 na Record News.

Luana Piovani

Imagem: Divulgação/Nana Moraes

FAMOSIDADES – De onde surgiu a idéia de montar “O Soldadinho e a Bailarina”?

LUANA PIOVANI – Não existe um processo de escolha. Quando eu estou em cartaz com uma peça, algumas idéias vão surgindo. Mas o que foi fundamental na escolha desse texto é que eu acho importante é que, por meio de uma peça, as crianças vejam que o Perneta [soldadinho de uma perna só] é o grande herói e a paixão da bailarina, o brinquedo mais cobiçado do quarto. Vão entender que somos todo iguais por sermos diferentes. Essa é a mensagem que eu quero passar para eles.

Teve algum contato com o balé antes ou descobriu agora?

Nunca. Eu fiz aula de jazz, mas o balé eu só descobri agora, aos 33 anos. Nunca tinha feito uma aula. No começo, meu pé doía muito, o corpo todo doía. E olha que eu nunca fui sedentária. Mas o corpo acostuma. Eu jamais havia penando em ser bailarina.

No espetáculo você canta. Como foi essa experiência?

Quando eu soube que teria que cantar, bateu aquela insegurança. É algo que faço há pouco tempo. É estranho quando ouço minha voz gravada. Mas eu fui tão bem assistida que não tive o que temer. Tudo me incentivou muito. Os arranjos foram feitos de forma que eu pudesse me sentir uma cantora de verdade. Tudo muito maravilhoso.

Pensa em fazer um musical?

Antes de passar por essa experiência com o canto na peça, já havia despertado em mim o desejo de fazer um musical. Essa vontade ficou muito mais forte agora. E meu próximo projeto será um musical.

Mas será um musical infantil?

Não. Será um musical adulto. Já escolhi o texto, vou produzir também. Mas ainda é cedo para falar sobre um novo projeto porque “O Soldadinho e a Bailarina” ainda tem um longo caminho pela frente.

Em que momento você decidiu focar sua carreira para o público infantil?

Quando eu produzi a minha primeira peça, eu já pensava em fazer um infantil. Acho linda a história do “Pequeno Príncipe”. Achava importante passar aquela lição para as crianças, sabe. Falta cultura para grande parte das crianças do nosso país. Lê-se muito pouco. É preciso investir nelas, em educação, em cultura. Porque a educação que cria uma nação.

E como foi essa descoberta?

Eu achei peculiar a maneira como as crianças se expressavam. É gostoso, é sincero. Eu adoro a interação deles com o espetáculo. Eles gritam, querem avisar… elas são parte do espetáculo. E você precisa estar atenta o tempo todo. É exercício de concentração divertido, elas não interrompem, elas interagem.

Quando você estava em cartaz com o monólogo “Pássaro da Noite”, você declarou que a peça era um desafio para você e para a sua carreira. O que mudou de lá pra cá?

Realmente foi um divisor de águas. Depois dele, eu me sinto preparada para fazer qualquer coisa, qualquer clássico. Eu me desafiava no palco todos os dias. Foi uma experiência avassaladora. Eu cresci muito como profissional.

E no cinema, você vai mesmo fazer “Mulher Invisível 2”?

Vou. Eu, Selton [Mello], toda a equipe de novo. Mas gravações começam só no ano que vem.

Dizem que você também vai estar na adaptação para o cinema de um livro do Nelson Motta. É verdade?

É. Mas é só para o ano que vem também.

                                                                           Imagem: Divulgação/Nana Moraes

 

Atualmente, você está gravando o seriado “Na Forma da Lei”. Como é a sua personagem?

Eu faço a Gabriela, uma delegada federal. Ela é casada, tem filhos, é honesta, íntegra. É uma nova profissional que tenta enquadrar o protagonista da série, interpretado pelo Márcio [Garcia].

Você fez algum tipo de laboratório, alguma preparação para a personagem?

Eu fiz aulas de tiro e tática militar. Foi muito puxado, muito cansativo. Eu tive muita dificuldade com a arma. Eu achava que o festim ia machucar, sofri muito com o barulho. Me incomodava. Me assustava. Mas quando tivemos que gravar, tudo passou. Eu consegui gravar e depois da primeira cena, fluiu e foi tudo tranquilo.

Oque te levou a aceitar esse papel?

Muita coisa. Deu para conciliar as gravações com a peça. Foi um convite do Wolf [Maia, diretor do seriado], eu tenho o maior carinho por ele, que me esperou para dar início ao projeto. E tem também a possibilidade de mostrar que é possível melhorar o lugar em que se vive. O seriado fala da vontade desses jovens profissionais que querem fazer a diferença.

Dezoito anos depois, você volta a participar de um projeto de Antônio Calmon. Como foi esse reencontro?

Quem proporcionou esse reencontro foi o Wolf. Foi ele que me chamou para o papel. Mas eu estava com saudade de trabalhar com o Calmon. Meu primeiro papel foi em um trabalho dele [na minissérie “Sex Appeal”]. Eu era tão novinha. É maravilhoso faze um texto dele novamente.

Se eles te convidassem para fazer uma novela, você toparia?

Eu adoraria fazer uma novela. Mas ela toma um ano da sua vida, são 12 meses de dedicação. É muito tempo. Quando eu penso nisso, eu desisto de fazer novela. Porque eu estou muito envolvida com o teatro e fica difícil conciliar.

Em uma entrevista você declarou que “as pessoas têm uma imagem completamente diferente de mim”. Quem é a Luana Piovani?

Eu sou alegre, otimista, dedicada, batalhadora. Sou alguém que ama o teatro, sou simpática, feliz. Sou humilde, sou simples pra caramba.

Você se acostumou a lidar com o assédio da imprensa?

Eu fiquei famosa aos 16 anos, se passaram quase 20 anos. É impossível não aprender nada depois de tanto tempo. Eu aprendi a lidar e a conviver com isso. Acostumar eu não acostumei. Mas não me incomoda mais não.

É difícil manter um relacionamento sendo uma pessoa famosa?

É difícil manter um relacionamento na vida. Seja você famoso ou não. Seja um namoro, amizade, relacionamento familiar. A convivência entre duas pessoas é muito complicada. Agora, ser famosa só amplia isso. Os meus relacionamentos são iguais ao de todo mundo.

E você está mesmo solteira? Terminou pra valer com o Felipe Simão?

Estou. Estou solteira. Solteiríssima.

Por : Famosidades

Record News lança sinal digital

Celso Freitas entrevista José Nello Marques para o programa Bastidores da Notícia, da Record NewsCanal de notícias da Record, a Record News inaugura no próximo dia 19 seu sinal digital em Araraquara, interior de São Paulo, onde fica sua geradora.

Um mês depois, em janeiro, a Record News digital aberta deve chegar a São Paulo. Será a segunda emissora a ter retransmissoras (caso de seu canal na capital paulista) digitais. A primeira foi a Rede Vida, com geradora em São José do Rio Preto (SP).

Com a digitalização de seus canais abertos, a Record News irá ampliar sua cobertura e melhorar sua visibilidade, principalmente nos próximos anos, quando a TV digital deve aumentar sua penetração.

Fonte: Daniel Castro

A Fazenda: Babi e Danni Carlos fazem as pazes

Danni Carlos e Babi tiveram um papo amigo hoje depois do almoço. Elas se desculparam e fizeram as pazes, depois do mal estar causado durante a votação do Tá na Roça na quarta-feira passada.

Babi se mostrou contente pelo papo, e Danni deixou claro que fez isso “Porque eu também erro muito e quero ser perdoada”. Danni garantiu que não guarda mágoas da apresentadora.

A conversa foi rápida, mas intensa. Parece que agora as duas vão poder conviver em harmonia na fazenda.

“Adriana Araújo” pode ser contratada pelo SBT:

Adriana Arapujo e Celso Freitas: A jornalista ficou magoada com a emissora das Barra Funda

Adriana Araújo e Celso Freitas: A jornalista ficou magoada com a emissora das Barra Funda

A jornalista e, até então, apresentadora do Jornal da Record, Adriana Araújo, está muito decepcionada com a Rede Record, em tirar seu lugar na bancada do carro chefe da emissora e colocar a nova contratada Ana Paula Padrão. Adriana não disse publicamente isso, mas índicios e a própria coluna de Flávio Ricco revelou.

A jornalista ganhou destaque inicial na TV Globo, em seguida foi contratada pela televisão dos bispos e fez o Jornal da Record crescer na credibilidade e o jeito feminino em um telejornal. Foi comparada com Fátima Bernardes e presenciou o grande crescimento de audiência na Barra Funda.

Com a entrada da nova contratada ela vai para Nova York, como nova correspondente internacional da emissora, e assim poderá deixar o comando do programa “entrevista record”, na qual apresenta todas as quintas-feiras na Record News, com o tema: Brasil em Discussão.

Olimpíadas na Record

E para colaborar com a insatisfação de Adriana, Ana Paula Padrão entra como ajuda de peso para reforçar a cobertura olímpica do canal. Segundo o jornal Folha de S. Paulo, Ana estaria escalada para ancorar um telejornal ao vivo de Londres durante as Olimpíadas de 2012, outro em Guadalajara, no Pan de 2011, além de Vancouver, em 2010.

Sílvio Santos

Sílvio Santos está prestes a anunciar, na próxima semana, algo que vai deixar a Record sem ação, segundo ele mesmo, as apostas são para uma nova contratação. Tem várias pessoas, críticos de televisão e jornalistas, que apostam na contratação de Adriana Araújo para o SBT. Resta esperar para ver se confirma.

Será essa Bomba ?

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