Por causa do “Pânico”, Rodrigo Scarpa adia lua de mel

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O humorista Rodrigo Scarpa se casou com Gabi Baptista na última sexta-feira (22), em São Paulo. No entanto, a turma “Pânico” acabou com a lua de mel dos pombinhos.

O Repórter Vesgo não foi liberado pela direção do programa e teve que adiar a viagem com a esposa para celebrar a união. “Lua de Mel? Só em dezembro pois domingo tem mais um Pânico na Band ao vivo. Bora trabalhar amanhã”, escreveu em seu perfil no Twitter sem revelar o destino do casal.

O ator aproveitou para agradecer o carinho dos amigos e dos fãs que encheram suas redes sociais de votos de felicidades. Scarpa comentou ainda sobre o turbilhão de sentimentos que viveu na última noite e avisou que pretende encomendar um herdeiro em breve.

“Foi tudo perfeito. Eu olhava pro lado e tinham amigos, pro outro mais amigos… Como é bom aproveitar cada minuto , se emocionar e ter a certeza de que a união mais perfeita de uma família é o casamento. Que venham frutos para completarmos esse ciclo , claro tudo ao seu tempo.”

Rafinha Bastos desabafa sobre Tas: “não piso onde aquele filho da p*** pisa”

Humorista foi questionado por um convidado sobre o seu retorno ao ‘CQC’

O humorista Rafinha Bastos gravou um DVD no último domingo (16) e causou a maior polêmica. Ao terminar as filmagens, ele abriu perguntas para plateia. Um dos convidados, então, o questionou sobre uma possível volta ao ‘CQC’, ao qual ele deixou em 2012, após fazer uma piada com Wanessa Camargo.

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“Eu sei que não parece a decisão mais inteligente, mas eu devo muito a algumas pessoas de lá. Mas eu não piso onde aquele filho da p*** do Marcelo Tas pisa. Ele não foi justo comigo. Com ele, não volto pra lá. Ele não é tão filho da p***, mas foi naquela ocasião”, disse ele, segundo informações do jornal ‘Diário de São Paulo’.

A ocasião a que ele se referiu foi justamente no período em que fez a piada com Wanessa, o que resultou em sua demissão do humorístico da Band. De acordo com a publicação, um outro convidado lembrou que Marcelo Tas vai deixar o programa. Foi aí que Rafinha explicou: “ainda não sei se vou topar. Mas, devo muito ao pessoal do ‘CQC’, se eles precisarem de mim eu vou”.

 

Custo das novelas impede que emissoras invistam em obras curtas, diz colunista

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Perdendo público para outras mídias na última década, a televisão tenta apostar em obras cada vez mais curtas.

Nos bastidores da Globo, por exemplo, existem movimentos que defendem a produção de folhetins que fiquem menos tempo no ar, como ocorreu com “Meu Pedacinho de Chão”, de Benedito Ruy Barbosa. Diversas propostas foram encaminhadas para o diretor-geral da emissora, Carlos Henrique Schroder.

A Record também apostou em uma trama com menos capítulos, caso de “Dona Xepa”, que terminou com 91 episódios. Tal ideia não seguiu adiante com as produções seguintes. Em 2015, “Moisés – Os Dez Mandamentos” também utilizará o formato tradicional.

O motivo para manter um produto por tanto tempo no ar, segundo Flavio Ricco, é que assim os canais não ficam no prejuízo: os custos são diluídos ao longo dos mais de 160 episódios.

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