Val Marchiori é sinônimo de ostentação e riqueza

Val Marchiori é sinônimo de ostentação e riqueza. Mas ela garante que nem sempre foi assim. Milionária, dona de mansões e uma transportadora multinacional, a socialite revelou que nasceu pobre, passou fome e chegou a ser sem teto. Nesse período, morou de favor em uma igreja de Apucarana, no Paraná, onde foi criada.

Mas, aos 21 anos, o jogo virou. Foi quando ela ganhou seu primeiro R$ 1 milhão que, segundo ela, foi “sem depender de ninguém, nem mesmo de um namorado rico”. Val decidiu compartilhar essa experiência ao público em “O livro de ouro da Val – sete passos para a riqueza e prosperidade”.

Foto: Divulgação

“É um livro de autoajuda, que fala para o leitor ter forças para conseguir o que quer. Não importa se ele é pobre. Todo mundo pode e deve correr atrás para realizar os seus sonhos e não ficar se lamentando”, resumiu em entrevista ao jornal ‘Extra’.

No livro, Val conta que começou a trabalhar aos 8 anos, quando seus pais se separaram. Segundo ela, foi o momento “mais difícil de sua vida”. Vendi Avon, fui modelo, passei fome e fiquei sem teto. Morei com o meu pai até que um dia ele foi embora para o sítio, e eu tive que morar uns vinte dias numa igreja, lá em Apucarana. Não tinha para onde ir. Vivi de favor na casa de uma amiga e fui expulsa de lá, sem cartão, sem dinheiro. Mas em nenhum momento eu ficava reclamando. Isso me deu forças para eu querer ter a minha casa, o meu carro… Tudo isso me motivou”, garantiu.

Foi aos 20 anos que Val começou a mudar de vida. Ela decidiu investir todo o dinheiro que ganhava como modelo e vendedora nos negócios do pai, que incluía um caminhão para transportar gado e frango. “Entrei como sócia do meu pai e irmãos. Um ano depois, eu já estava ganhando o meu primeiro R$ 1 milhão. Dinheiro para mim foi uma necessidade, por isso eu comecei a gostar muito dele. Não tinha ninguém para me dar, meu pai não tinha condições, e eu comecei a buscar maneiras de tê-lo”, contou.

Prévia- Cidade Alerta (16/01)

cidade-alerta-logo

 

:globo: 16.4

:sbt: 6.3

:record: 5.4

:band: 4.6

7 de pico

 

Real Time-SP/ Globo liderança isolada

audic3aancia-da-tv

16h06

:globo: 12.1:sbt: 5.9:redetv: 1.9:band: 1.7:record: 1.5:cultura: 1.2:gazeta: 0.7

17h04

:globo: 15.0:sbt: 5.7:band: 4.7:record: 1.6

17h09

:globo: 15.5:sbt: 6.0:band: 4.0:record: 1.5

Rubén Aguirre professor “Girafales”, fala sobre livro; “Fiquei tentado apagar muitas linhas, porque são fortes

Rubén Aguirre, intérprete do professor Girafales no seriado ‘Chaves’, contou em entrevista ao jornal mexicano ‘Basta’, que começou a escrever o livro que vai lançar em breve de próprio punho em março de 2014 e terminou em novembro, pouco antes da morte de Roberto Bolaños, a quem dedicou o epílogo.

“Falarei de todos. Dos que se foram e dos que decidiram deixar o programa. Incluí as anedotas que contavam nas viagens, nas gravações. Coisas de cada um deles, tudo verídico”, disse à publicação.

Durante a entrevista, o ator ainda falou sobre a última conversa com Bolanõs: “Recordo que a última vez que conversamos. Foi ao telefone e disse: ‘Roberto, se existe alguma coisa que eu possa fazer por ti, diga-me’, questionou. Ele respondeu: ‘Você já está fazendo ao me ligar'”.

Rubén também falou que alguns trechos sobre María Antonieta de las Nieves, a Chiquinha, quase foram retirados da publicação. “Fiquei tentado apagar muitas linhas, porque são  fortes. Mas, ao final, deixei-as. Mas, por enquanto não posso contar mais sobre o texto”, explicou.

O objetivo de Rubén é dar argumentos para que os fãs tirem as próprias conclusões sobre a briga judicial envolvendo a atriz e Bolaños sobre os direitos da personagem: “Abordarei o tema dos ciúmes, as disputas entre os advogados… Agora prefiro não falar mais para que quem ler o livro, através do texto, conheça a verdade de tudo que se passou e tenha a própria opinião. Tudo vai estar no livro”, completou.

%d blogueiros gostam disto: