Globo junta casais que marcaram época para festejar seus 50 anos

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Próxima de festejar seu quinquagésimo aniversário, a Globo pretende continuar presenteando o público com encontros memoráveis em sua dramaturgia.

Após juntar Lilia Cabral com Alexandre Nero e José Mayer, em “Império”; Betty Faria com Francisco Cuoco e Joana Fomm, em “Boogie Oogie”; Christiane Torloni e Silvia Pfeifer e Claudia Raia e Edson Celulari, em “Alto Astral”, duplas que povoam o imaginário popular brasileiro, a emissora repetirá a dose em suas próximas produções.

Em “Dois Irmãos”, série que o canal põe no ar em janeiro, Antonio Calloni e Letícia Sabatella, que já viveram um casal em “O Dono do Mundo” (1991) e “O Clone” (2001), serão pai e filha na produção baseada no livro de Milton Hatoum com direção de Luiz Fernando Carvalho.

Em “Rio Babilônia” (título provisório), próximo enredo das 21h, Gilberto Braga trará à tona Maria de Fátima e Afonso, de “Vale Tudo” (1989). Ou quase isso. Intérpretes de um casal na trama da inesquecível vilã Odete Roitman (Beatriz Segall), Glória Pires e Cássio Gabus Mendes voltarão a se relacionar em cena. Amigas e parceiras de longa data, Fernanda Montenegro e Nathalia Timberg também viverão um casal na história.

Em “Sete Vidas”, próxima novela das seis, a química observada em Domingos Montagner e Débora Bloch em “Cordel Encantando” (2011) será revisitada. Os dois voltarão a viver um par romântico no entrecho de Lícia Manzo.

Em “Verdades Secretas” (título provisório), Walcyr Carrasco promete matar a saudade do público de Lineu e Nenê o quanto antes. Escalada para a produção das 23h, Marieta Severo pode voltar a contracenar com Marco Nanini. O veterano está na mira do diretor Mauro Mendonça Filho para o folhetim que será protagonizado por Deborah Secco.

Por fim, em “Favela Chique” (título provisório), João Emanuel Carneiro promete juntar um ex-casal da vida real em cena. Giovanna Antonelli e Murilo Benício, que foram casados por quase uma década e protagonizaram “O Clone”, devem viver um casal na trama que substituirá “Rio Babilônia” a partir do segundo semestre de 2015.

6ª temporada de “Dexter” tem início lento enquanto tenta retornar às origens

Pôster da sexta temporada de "Dexter" com o ator Michael C. Hall

Pôster da sexta temporada de “Dexter” com o ator Michael C. Hall

O primeiro episódio da sexta temporada de “Dexter” foi ao ar domingo (26) no canal FX e iniciou, a passos de tartaruga, o novo capítulo da saga do serial killer e analista forense. “Those Kinds of Things” tentou impor um tom de volta às origens da série –como os fãs aguardavam desde o final da quinta temporada. Mesmo que indicando possíveis boas direções para a história, o resultado foi irregular.

O episódio começa promissor, com Dexter aparentemente esfaqueado e chamando por uma ambulância. No entanto, a tensão acaba em questão de instantes, quando se revela que é apenas um artifício para ele dar fim a dois malvados “descartáveis” da semana.

Com Rita e Lumen fora da história, o filho de Dexter, Harrison, é um de seus últimos elos emocionais. Dexter teme que Harrison, com pouco mais de um ano, possa desenvolver instintos assassinos. Nesta temporada, o analista forense deixa de questionar tanto seus crimes e dá pistas de que poderá voltar a ser o matador frio e calculista do começo da série.

As informações são do Portal Terra

Grazi Massafera será mãe de Sophie Charlotte em série

Grazi Massafera será a mãe de Sophie Charlotte em 'As Brasileiras'. Foto: Dario Zalis/ Contigo!/Divulgação

Grazi Massafera será a mãe de Sophie Charlotte em ‘As Brasileiras’

De acordo com o blog da Patrícia Kogut, do jornal O Globo, Grazi Massafera vai viver a mãe de Sophie Charlotte em As Brasileiras, da TV Globo. O episódio estrelado pela atriz, que atualmente interpreta Amália em Fina Estampa, terá cenas gravadas no sambódromo do Rio, nesta segunda-feira (20).

Na história, Sophie encarna Esplendor, uma jovem que nasceu durante um desfile do Salgueiro, no meio da Sapucaí. Sua mãe morre no parto e as cenas de Grazi serão gravadas em estúdio.

Veja mais da TV Manchete

A Rede Manchete (também conhecida como TV Manchete ou apenas Manchete) foi uma rede de televisão brasileira, fundada na cidade do Rio de Janeiro em 5 de junho de 1983 pelo jornalista e empresário ucraniano naturalizado brasileiro Adolpho Bloch que permaneceu no ar até o dia 10 de maio de 1999.

A programação da emissora foi marcada por altos e baixos durante a sua existência. A cobertura do carnaval carioca também teve grande destaque na programação da TV Manchete. A emissora mostrava os preparativos da grande festa popular do país com os programetes Feras do Carnaval e Esquentando os Tamborins, exibidos ao longo da programação. A cobertura do “Carnaval da Manchete” começou em 1984, ano de inauguração do Sambódromo carioca. A emissora de Adolfo Bloch conseguiu exclusividade nas transmissões daquele ano após desistência da Rede Globo, ocorrida por questões de ordem política (desavenças entre Roberto Marinho e Leonel Brizola). No ano seguinte (1985) a Globo voltou a transmitir os desfiles simultaneamente com a Manchete. Em 1988 a Manchete não transmitiu os desfiles por conta de um impasse com os organizadores dos desfiles e em 1999, a falta de recursos a impediu de transmitir o evento.

Outras telenovelas de sucessos produzidos pela Manchete foram Dona Beija (1986), Helena (1987), Corpo Santo (1987), Kananga do Japão (1989), além da sua primeira produção dramaturgia, a minissérie Marquesa de Santos (1984).

Um dos seus mais notáveis sucessos foi a novela Pantanal, exibida em 1990. Vieram outros como A História de Ana Raio e Zé Trovão (1991), Tocaia Grande (1995) e Xica da Silva (1996).

O canal se tornou conhecido também por exibir as diversas séries de tokusatsus e animes, todas de origem do Japão, com grande sucesso, que também foi responsável da introdução das produções japonesas no Brasil, que anos depois, outras emissoras de TVs abertas e assinaturas passaram exibir outros animes.

No final dos anos 1980 e boa parte dos anos 1990 eram exibidas as séries Jaspion, Changeman, Jiraiya, Flashman, Jiban, Lion Man, Black Kamen Rider, Maskman, Cybercops, Spielvan, Metalder, Kamen Rider Black RX, Patrine, Winspector e Solbrain. Graças ao grande sucesso dessas séries é que chegaram os animes Cavaleiros do Zodíaco (episódios e em OVA), Samurai Warriors, Shurato, Yu-Yu-Hakushô, Sailor Moon, Super Campeões e US Mangá.

Nos anos 1990 os programas infantis foram: Dudalegria (manhã); A Turma do Arrepio e Clube do Seu Boneco (ambos na tarde) em 1995. Além desses programas, eram exibidos desenhos considerados “clássicos” das décadas de 50, 60, 70 e 80: Calvin e o Coronel, Dartagnan e os Três Mosqueteiros, Don Quixote de la Mancha, Família Drácula, O Pirata do Espaço, Super Tiras, Patrulha Estelar, Superaventuras, Família Tró-ló-ló, Josie e as Gatinhas, Lorde Gato, Marmaduke, A Turma do Abobrinha, Goldie Gold e Manda-Chuva e os sitcoms Seinfield e Friends.

Outro nome famoso, que ganhou projeção na Manchete foi o do radialista Eloy Decarlo. Conceituado comunicador carioca, se tornou nacionalmente conhecido quando, por todo o tempo de existência da emissora, foi a “voz-padrão” das chamadas da programação do canal e das vinhetas, principalmente nos comerciais.

O jornalismo sempre foi o carro-chefe da emissora. O telejornal Jornal da Manchete, o principal informativo do canal, trazia aprofundamento das notícias e comentários de grandes nomes do jornalismo brasileiro, como Carlos Chagas, Villas-Boas Corrêa, Zevi Ghivelder e Salomão Schvartzman, entre outros e comentaristas como João Saldanha. Também revelou os apresentadores Mylena Ciribelli, Cláudia Cruz e Alexandre Garcia que posteriormente transferiram-se para a Rede Globo.

Nos primeiros anos da emissora, o Jornal da Manchete ficava no ar por três horas, o que nunca ocorreu na história da televisão brasileira, já que os telejornais locais e nacionais da década de 1980 e anteriores, nunca ultrapassaram os 40 minutos de exibição. Sua primeira parte, dedicada ao noticiário cultural, era intitulado Panorama Manchete, apresentado por Íris Lettieri (na época, a voz do aeroporto carioca e do número de telefone que informava a Hora Certa) e Jacyra Lucas. Seguia o Manchete Esportiva, apresentado por Márcio Guedes e Paulo Stein. Ainda tinha o Debate em Manchete, com Arnaldo Niskier. Então vinha o noticiário com Carlos Bianchini e Ronaldo Rosas.

A emissora passou a usar certos apelativos como cenas de nudez em novelas como Dona Beija, Pantanal entre outras produções da casa e até espetáculos de strip-tease impróprios para o horário como o da jornalista Íris Lettieri na contagem regressiva para o carnaval e no programa de calouros de Raul Gil em horário vespertino além de programas de striptease com telessexo.

A partir de 1998 surgiu uma crise incontrolável na emissora. Salários atrasados, tentativas fracassadas de venda e programas que saíam do ar arranharam a imagem da estação, até que no dia 10 de maio de 1999 a emissora mudou de nome (passou a se chamar TV!) e de dono, encerrando a história iniciada em 1983.

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