Antes de Fla-Flu, Murilo Benício e Cauã promovem nova novela

Cauã Reymond e Murilo Benício, que interpretam dois jogadores de futebol em 'Avenida Brasil', promoveram a nova novela das 21h antes do clássico entre .... Foto: Roberto Filho /AgNews

Cauã Reymond e Murilo Benício, que interpretam dois jogadores de futebol em ‘Avenida Brasil’, promoveram a nova novela das 21h antes do clássico entre Flamengo e Fluminense, no Rio de Janeiro

No último domingo (11), antes do clássico entre Flamengo e Fluminense, no Estádio Olímpico João Havelange (Engenhão), Rio de Janeiro, os atores Murilo Benício e Cauã Reymond promoveram a nova novela das 21h da Globo, Avenida Brasil.

Na trama, Murilo e Cauã interpretam Tufão e Jorginho, respectivamente, dois jogadores de futebol. “O início da novela mostra o final da carreira do Tufão. Ele se consagra e depois se aposenta. Aí começa a história do filho adotivo, o Jorginho, personagem do Cauã. A trama do futebol é mais focada na realidade do Jorginho”, explicou Murilo, que entrou no gramado com o time do Flamengo.

Cauã Reymond vive o filho adotivo de Tufão. Na pele de Jorginho, um jogador que passa longe do talento do pai, o ator tem se dedicado a treinos de futebol para fazer bonito nas gravações. Sobre a experiência de entrar em campo antes de um clássico do futebol carioca, ele disse: “foi muito legal estar no gramado. Os jogadores foram simpáticos comigo e com o Murilo e vieram nos cumprimentar. E é bacana ver como eles entram focados em campo, bem concentrados”.

Heloisa Perissé, Fabiula Nascimento, Thiago Martins, Alexandre Borges, Bruno Gissoni, Nathalia Dill e Marcelo Novaes também estiveram no Engenhão para acompanhar a partida.

Avenida Brasil, que estreia no dia 26 de março, conta a história de Nina (Débora Falabella), uma chef de cozinha que resolve acertar ascontas com Carminha (Adriana Esteves), sua madrasta. Após 13 anos, Nina decide seguir em busca da sua justiça e resgatar parte de sua vida, roubada por Carminha por meio de um golpe.

As informações são do Portal Terra

“Ele se sente mais à vontade com o mundo animal”, diz Cauã sobre seu papel em “Cordel Encantado”

Cauã Reymond na apresentação de Cordel Encantado, próxima novela das seis (28/3/2011)

Cauã Reymond na apresentação de “Cordel Encantado”, próxima novela das seis (28/3/2011)

O trato com os animais e com as pessoas que lidam com eles. Foi essa a forma que Cauã Reymond encontrou para ficar mais perto do universo de Jesuíno Araújo, seu personagem em “Cordel Encantado”, a próxima novela das 18h, que estreia no próximo dia 11 de abril, na TV Globo. “O principal na preparação foi a minha relação com o meu cavalo. Acho que, se o Jesuíno estivesse em uma novela em que não tivesse que falar, falaria muito pouco. Ele é um cara que se sente mais à vontade com o mundo animal do que com gente”, explica.

Com a personalidade completamente urbana, tanta proximidade do mundo animal fez Cauã pensar até mesmo em comprar o seu companheiro de cena. “Foi uma relação boa. Estou quase comprando o meu cavalo, estou seduzido. Já perguntei o preço, me peguei pensando onde colocaria… Mas, lá em casa já tem quatro cachorros e três gatos, um cavalo seria perfeito”, diverte-se.

Mesmo tendo acabado de sair de um trabalho denso, em “Passione”, onde interpretou o drogado Danilo, o galã não hesitou em aceitar o seu primeiro protagonista. “Se fosse um personagem semelhante, eu teria medo e provavelmente não aceitaria. Mas, como saio de um cara que é dependente químico para um herói do sertão, de uma fábula… E é um horário que fala para um público diferente. Eu não estou emendando uma novela das oito. Tem muita coisa que distancia um trabalho do outro, por mais que o tempo não”, completa.

Cauã procura não pensar na responsabilidade de estar no centro da trama. “Pensei nisso quando ainda estava em “Passione” e surgiu o convite. Fiquei analisando se ia fazer ou não. E durante os estudos, percebi que abordei o personagem da mesma forma que fiz com os outros. Que dá um nervosinho na barriga, eu acho que dá, porque a “Veja” vai falar mal da gente”, brinca, referindo-se à possível crítica da revista.

Questionado sobre se Jesuíno o ajudaria a se livrar da carga dramática do anterior, ele ri. “Dois meses no Havaí seria melhor”, brinca. Mas, nem os dois meses no Havaí seriam suficientes. Afinal, ainda em fase de recuperação da cirurgia no quadril a que se submeteu em setembro do ano passado, ele ainda não conseguiu voltar a surfar, um de seus esportes preferidos. “Daqui a uns 20 dias, devo estar de volta ao mar”, diz, entusiasmado.

Com informações do Portal UOL

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