CASO MARAUÊ: Fábio Novo responde a críticas feitas pelo jornalista Reinaldo Azevedo, da revista “Veja”

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Como já informamo aqui no O CanalTV!, o ator que veio no Piauí para encenar a peça “Fica Frio” nestes dias 25 e 26, fez “piadinhas” de mal gosto com a população, alegando que o estado era o “cú” do mundo. A peça foi cancelada e o ator está “nervoso e com medo do povo do Piauí”. Várias foram as críticas, e principalmente da “Revista Veja”, onde o colunista Reinaldo Azevedo diz:

Não, eu não acho que a linguagem empregada pelo tal ator seja a melhor possível, não como expressão, sei lá, de uma crítica orientada segundo os critérios da economia política. Mas era só um cidadão dizendo suas bobagens no Facebook, como fazem milhões de pessoas hoje em dia. É claro que algumas pessoas podem se zangar com isso e também têm o direito de se expressar. No limite, podem tentar organizar um boicote à sua peça. É coisa típica de caipira ressentido, mas vá lá… Proibir, no entanto, como fez o deputado petista, a apresentação do espetáculo? Aí estamos diante de uma manifestação típica de ditaduras.

E aqueles que pretendem promover uma “ovada” contra o ator? Bem, entendo que se trata de uma agressão e, como tal, de um crime. Mas que, se realizada, tende a ser tolerada, quem sabe em nome da “liberdade de expressão”… Se essa gente está brava, deveria é se esforçar para deixar claro que o Piauí não é um “cu” no que se refere, ao menos, aos direitos fundamentais garantidos pela Constituição.

Eu nem sei quem é esse tal Marauê. Sei que o deputado petista Fábio Novo se comporta como um dinossauro, um censor, um agente da ditadura. A única coisa que caberia a um democrata seria garantir a segurança para a apresentação da peça. O teatro até poderia estar às moscas, como conseqüência da revolta de alguns piauienses. Os indignados poderiam demonizar o ator à vontade no Facebook, demonstrando, se quisessem, que nada há no mundo tão bom quanto Teresina…

Considerando as afirmações do colunista da Revista Veja, o Deputado Fábio Novo diz:

Lamento que como jornalista, eu também me formei na área, aprendi que um fato deve ser apurado ouvindo as partes envolvidas. Você não me ouviu no episódio Marauê e portanto, deixou de ser jornalista para tomar partido de um fato que ouviu dizer por terceiros. Assim feriu de morte o principio da informação com imparcialidade;
Taxar de censura, ato administrativo da Assembleia Legislativa do Piauí, que retirou de pauta a apresentação do espetáculo, é uma afirmação injusta pelo não conhecimento dos fatos e das leis. Senão vejamos:
1) Na manhã de ontem, o setor de comunicação da Assembleia recebeu quase 2 mil e-mails, além de 478 telefonemas. Continue lendo, clicando AQUI.

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