Boninho faz de tudo para emplacar a mulher…

Se não fosse Boninho, o que seria de Ana Furtado?

A moça é protegida pelo marido, diretor da Globo.

Ela está como apresentadora do Vídeo Show, que é dirigido por ele.

Faz uns bicos no BBB, que é dirigido por ele.

E agora conseguiu um esquema de se infiltrar também no Carnaval, cuja transmissão na Globo é chefiada por ele.

Além de ter a Globo na mão, Boninho deu dinheiro para a Grande Rio e, no ano que vem, sua mulher pode virar a rainha da bateria da escola, acredita?

Fabíola Reipert do R7.com

PopTV – “Quem determina a minha trajetória na televisão é a Globo”, diz Ana Furtado

A atriz e apresentadora Ana Furtado revela que não tem preferência por uma das profissões

O jeito comunicativo e confiante escondem a timidez que Ana Furtado garante ter. E é justamente por essa característica que a apresentadora do “Video Show” não pensava em seguir carreira artística. “Já havia feito peças na escola sem imaginar que um dia interpretaria um papel na televisão”, conta. Apesar disso, desde que passou no teste para participar da abertura da novela “Explode Coração” (1995), da Globo, Ana não parou mais. “Costumo dizer que a TV me escolheu. Depois de ‘Explode Coração’, não saí mais”, afirma.

Desde que estreou na TV, Ana vem se dividindo entre as funções de apresentadora e atriz. As escolhas, entretanto, não são uma decisão da própria artista. “Quem determina a minha trajetória na televisão é a Globo. Nunca cheguei a recusar um trabalho”, ressalta. Casada com Boninho, diretor de núcleo da Globo e com um jeito tranquilo, Ana prefere deixar com que as oportunidades apareçam aos poucos em vez de fazer planos futuros. “Ultimamente tenho deixado a vida me levar, porque os caminhos percorridos estão sendo muito felizes”, analisa.

Ana Furtado assiste ao desfile da Forum Tufi Duek durante o segundo dia de SPFW Inverno 2010

A desenvoltura com as câmeras surgiu durante o trabalho como modelo, quando fez diversos comerciais no Brasil e no exterior. Mas essa experiência não foi suficiente para Ana sentir-se segura com o primeiro papel na TV. “Na hora eu gelei e pensei se daria conta do recado”, lembra a atriz, que só teve duas semanas para se preparar para interpretar a Drica da novela infantil “Caça Talentos” em 1996.

Experiente como atriz e apresentadora, Ana não se arrisca a escolher uma das funções como favorita. “Não tenho preferência. Tenho essa versatilidade e gosto de trabalhar nas duas áreas”, revela. Com dez personagens no currículo, Ana se surpreende em ainda ser lembrada como a vilã da novelinha que tinha Angélica como protagonista. “Tem gente que me aborda e pede para que ela volte ao ar”, conta, aos risos. Prova disso é que, enquanto interpretava a advogada Gaby na novela “Caminho das Índias”, de Glória Perez, ela voltou ao comando do “Video Show”, onde trabalhou como repórter entre 1999 e 2005. Os seis anos de experiência, inclusive, foram essenciais para a ex-modelo, já que há pouco mais de um ano a atração é apresentada ao vivo. A nova experiência não assustou Ana, que pretende seguir no comando do programa.

Apesar da disparidade entre as funções, Ana acredita que um trabalho complementa o outro. “Por mais que no ‘Video Show’ eu não esteja atuando, a experiência como atriz ajuda na hora de apresentar e vice versa”, explica. A caracterização é outro elemento que tem grande importância no papel de apresentadora. Com um estilo clássico e uma postura elegante, os figurinos que usa no programa chamam a atenção. A escolha é feita semanalmente em conjunto com a figurinista Rosa Pierantone. “Ela escolhe as peças que têm a minha cara, me valorizam e combinam com o meu estilo”, explica Ana, que apesar da assessoria profissional, não deixa de dar palpites na escolha do que vai vestir.

Por: Natalia Palmeira, Uol

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