Totia Meirelles terá papel de destaque em “Salve Jorge”

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No ar em “Fina Estampa”, onde é a microempresária Zambeze, Totia Meirelles já tem um novo trabalho pela frente.

A atriz, que está se dedicando à reta final da novela de Aguinaldo Silva, já foi escalada para “Salve Jorge”, próxima novela de Glória Perez e que substituirá “Avenida Brasil” no final deste ano. Segundo a coluna Canal 1, Totia terá um papel importante no novo folhetim.

Essa não é a primeira vez que Glória Perez e Totia Meirelles trabalham juntas. Todas as últimas produções da novelista, como “O Clone”, “América”, “Amazônia, de Galvez a Chico Mendes” e “Caminho das Índias”, contaram com um papel para a atriz.

Primeiro beijo gay da história da TV brasileira vai ao ar hoje. Relembre os beijos censurados das novelas

Luciana Vendramini e Gisele Tigre: quebrando tabus

O SBT colocará no ar na noite desta quarta-feira (11) algo que ninguém teve coragem de exibir até hoje: um beijo gay. A cena irá ao ar no último bloco da capítulo de “Amor & Revolução” e envolverá as personagens de Luciana Vendramini e Gisele Tigre. Pode ser apenas o começo de um relacionamento mais, digamos, quente entre as duas, já que está aberta a possibilidade de uma sequência de amor entre as duas, na cama – nada explícito, claro, antes que os mais afoitos se exaltem.

Há quem diga que o toque entre lábios do mesmo sexo já ocorreu na TV Tupi, em 1963, num teleteatro chamado “Calúnia”. A cena teria envolvido Geórgia Gomide e Vida Alves, mas não foi registrada e não existe hoje. Vida Alves, aliás, pode levar o título de grande beijoqueira da televisão nacional porque foi pioneira duas vezes: deu o primeiro beijo hetero e homossexual.

Nos últimos anos, uma parcela dos espectadores tem vivido com apreensão esse momento, esperando o dia em que o tão esperado beijo vá ao ar. Alguns atores da Globo bem que tentaram, mas deram com a cara na porta. Os primeiros casais homossexuais bem aceitos nas novelas surgiram no final dos ano 80 e começo dos 90. Em “Vale Tudo”, Cristina Prochaska perdia a companheira e chegava a disputar sua herança. Em “A Próxima Vítima”, André Gonçalves e Lui Mendes foram um par bem aceito pelo público, mas que apenas se abraçava enquanto outros personagens se beijavam na mesma cena. Já em “Torre de Babel”, a audiência ficou tão chocada de ver duas mulheres dividindo a mesma cama que a solução foi matar as personagens de Silvia Pfeiffer e Christiane Torloni – uma das atrizes voltou depois à trama.

Relembre alguns dos casais gays que não tiveram direito a um beijo nas novelas.

Clara (Paula Picarelli) e Rafaela (Alinne Moraes), de “Mulheres Apaixonadas”

As duas adolescentes começaram a novela como amigas, mas logo mostraram que tinha algo mais naquela relação. Chegaram a morar juntas, enfrentaram uma mãe preconceituosa e brigas no colégio, mas nem isso deu a elas o esperado beijo. O máximo que chegou a acontecer foi um selinho, numa peça de teatro, no último capítulo. Como estavam no palco – e uma delas estava fantasiada de Romeu (!) – não valeu.

Junior (Bruno Gagliasso) e Zeca (Erom Cordeiro), em “América”

O beijo entre o peão e o filho de fazendeira chegou a ser gravado, mas, horas antes de ir ao ar, foi vetado pela direção da Rede Globo. A decisão irritou aos atores, a autora Gloria Perez e aos 66 pontos de audiência que assistiram o último capítulo.

Jennifer (Bárbara Borges) e Eleonora (Mylla Christie), em “Senhora do Destino”

As personagens apareciam na cama, até se cumprimentavam com selinho, mas também sofreram com a censura. Gravaram uma cena de banho em dupla que não foi ao ar por ser considerada muito ousada. Pelo menos a barreira da cama foi quebrada. As duas já apareceram entre os lençóis. Mas beijo, nem pensar.

Hugo (Hugo Leão) e Fábio (Fábio Henriquez), em “Clandestinos”

Estes dois sequer formavam um casal. Eram apenas dois atores amigos que não viam há muito tempo e se cumprimentavam de maneira, digamos, efusiva. Foi mais um caso de sequência gravada, mas limada na hora da edição.

Thales e Julinho, em “Ti Ti Ti”

Toda a audiência de “Ti Ti Ti” torceu pelo final feliz dos moços, mas a direção entendeu que era muito mais “subversivo” mostrar dois homens falando “eu te amo” do que se beijando. Era fofo ver os dois, claro, mas faltou coragem.

Estas informações são da coluna Natv.

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