Com “Muito +”, Adriane Galisteu passa de vidraça a estilingue

Galisteu comanda o 'Muito  ' da TV Bandeirantes. Foto: Divulgação

Galisteu comanda o ‘Muito ‘ da TV Bandeirantes

Enquanto os jornais impressos de todo o mundo lidam com dificuldades de venda, um segmento da comunicação continua esbanjando saúde: as revistas de “people”, ou seja, as publicações que trabalham com notícias e não-notícias a respeito de celebridades. Não demorou muito para que surgissem programas de TV inteiramente dedicados ao gênero, caso de Muito +, que a modelo e apresentadora Adriane Galisteu ancora na TV Bandeirantes.


Com exceção do visual colorido que emoldura a apresentadora, não há qualquer novidade no Muito +. É muito mais do mesmo que já é mostrado há anos em programas de fofoca como TV FamaDe Olho nas EstrelasAtualíssimaArroz, Feijão e FofocaA Casa é Sua, e quadros do Hoje em DiaVideo Show News eOlha Você, entre outras produções que estão ou estiveram no ar e se dedicaram ao gênero.

O que realmente é interessante é a capacidade de um profissional em assumir diferentes posições nos meios de comunicação. Em uma hora, uma atriz ou concorrente de reality show pode se transformar em repórter, como Ana Furtado no Video Show ou Iris Stefanelli no TV Fama. Ou uma repórter tornar-se atriz e voltar ao jornalismo, como Marília Gabriela. O campo artístico sempre foi permeável a estas alterações, mas, em um universo de celebridades, a troca de papéis é vertiginosa. E o perfil do jornalista, outrora mais que discreto – “jornalista não é notícia”, rezavam as cartilhas das redações -, passou a competir em destaque com cantores, atores e diretores de televisão. Em um mundo onde o principal valor é a exposição, o risco é de o jornalismo deixar de ser informação e passar ao showbiz.

Adriane Galisteu é um caso exemplar desse troca-troca de posições. Começou com cantora do grupo musical Meia Soquete, foi atriz bissexta e apresentou mais de meia dúzia de programas, enquanto sua vida pessoal ganhava espaço nos noticiários, com seus romances com Ayrton Senna e Roberto Justus, entre outros. Mais importante que as fofocas do programa ou até mesmo as questões éticas que envolvem as mutações do jornalismo, é o caráter híbrido daquilo que se compreendia como sujeito e como personalidade. A vida pessoal e as atividades profissionais de Galisteu estão encarnadas em uma figura onde público e privado são cada vez mais comunicantes e cambiáveis. Um caso de evasão de privacidade.

As informações são do Portal Terra

Sônia Abrão faz debate espiritual sobre doença de Gianecchini

Qual o limite de programas como o de Sônia Abrão na cobertura de casos como o da doença de Reynaldo Gianecchini?

O “A Tarde É Sua” (Rede TV!) desta quarta-feira (24) passou boa parte do tempo com uma sensitiva falando a respeito do câncer do ator.

 Em uma espécie de debate místico sobre o assunto, ela disse que a ”tia morta de Giane voltou para ajudá-lo na cura do câncer” e que a doença do ator é “carmática”. Ela diz que entrou em contato com a tia do galã. Em outro momento,  a sensitiva afirmou que ator será tratado no hospital do astral, por espíritos, para se livrar da doença.

Gianecchini permanece internado no Hospital Sírio-Libanês em São Paulo, para tratar um câncer linfático.

Com informações da coluna Outro Canal

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