Custo das novelas impede que emissoras invistam em obras curtas, diz colunista


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Perdendo público para outras mídias na última década, a televisão tenta apostar em obras cada vez mais curtas.

Nos bastidores da Globo, por exemplo, existem movimentos que defendem a produção de folhetins que fiquem menos tempo no ar, como ocorreu com “Meu Pedacinho de Chão”, de Benedito Ruy Barbosa. Diversas propostas foram encaminhadas para o diretor-geral da emissora, Carlos Henrique Schroder.

A Record também apostou em uma trama com menos capítulos, caso de “Dona Xepa”, que terminou com 91 episódios. Tal ideia não seguiu adiante com as produções seguintes. Em 2015, “Moisés – Os Dez Mandamentos” também utilizará o formato tradicional.

O motivo para manter um produto por tanto tempo no ar, segundo Flavio Ricco, é que assim os canais não ficam no prejuízo: os custos são diluídos ao longo dos mais de 160 episódios.

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