Baterista João Barone participa do programa Márcia Pertier Entrevista na CNT


O Programa Marcia Peltier Entrevista desta terça-feira, dia 5 de julho recebe um ícone do rock nacional: o baterista dos Paralamas do Sucesso, João Barone.

João era um menino que amava os Beatles. Pensava em ser tenista, chegou a iniciar a faculdade de Biologia, mas depois de ouvir a banda The Police, decidiu que queria ser baterista.E no início da década de 80, o acaso mudou sua vida. O baterista de uma banda faltou a um show e ele acabou sendo o substituto. E essa banda era “Os Paralamas do Sucesso”.

“Era um show na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. O Vital que era amigo do Bi Ribeiro e do Herbert Vianna e era o baterista do grupo, não pôde ir ao show e eles me chamaram pra tocar. E daí começou”, relembra.

E a banda se tornou um dos maiores nomes do chamado Movimento Rock Brasil, que na década de 80 lançou  bandas como Blitz, Titãs Kid Abelha entre outras.

Mas como surgiu o nome “Paralamas do Sucesso”? “Foi uma idéia do Bi…ele queria um nome bem esdrúxulo mesmo, como eram os nomes da maioria dos grupos naquela época”, brinca.

E a banda foi crescendo, ganhando fãs e sucesso, até estourar no 1º Rock in Rio em 1985. “Foi demais aquele show…nós entramos meio que desconhecidos e saímos ovacionados…e agora nós fomos convidados para abrir o Rock in Rio IV,em setembro”, avisa.

Barone ganhou duas vezes o prêmio Multishow de Música Brasileira E pensar que no início, a  família ficou desconfiada da carreira que o filho decidiu abraçar.”Quando larguei a faculdade de Biologia, minha mãe dizia: meu filho,você acha que vai conseguir ganhar a vida tocando bateria?”,diz rindo.

E a história provou que Barone seguiu o caminho certo. além dos Paralamas, ele já tocou  com nomes como Rita Lee, Jorge Benjor, Erasmo Carlos, Marina Lima, Ed Motta ,entre outros.

“A bateria é o meu exercício físico”, diz brincando.

E além de tudo isso, é um apaixonado pela história da Segunda Guerra Mundial. “Meu pai foi pracinha da Força Expedicionária Brasileira, lutou na Itália, essa história sempre esteve presente na minha vida”, relata.Interessado pelo tema, Barone já escreveu o livro  “Minha Segunda Guerra” e produziu o documentário “Um Brasileiro no Dia D”.”O filme conta a história de um brasileiro, filho de franceses, o Pierre Closterman, que atuou como piloto de caça na RAF britânica durante o desembarque na Normandia”, conta.

Essa história rendeu um belo documentário, que chegou a ser apresentado no History Channel.

“Eu acho que o Brasil tem uma dívida com estes pracinhas, que lutaram pra combater o nazismo alemão, o fascismo italiano e o imperialismo japonês. Essa história precisa ser mais contada”, afirma.

E como este batalhador pelo rock e pela história da 2ª Guerra se define?

“Sou um cara de sorte, mas com ainda muitos desejos e desafios pela frente”,conclui.

Você não pode perder João Barone, no Marcia Peltier Entrevista, às 23h, na CNT.

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