Millena Machado, apresentadora do “Primeiro Jornal”, da Band

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  1. Bianca lima says:

    Matéria:

    É surpreendete como uma empresa de software totalmente Brasileira e sediada no nordeste esta evoluindo e competindo com as mais poderosas empresas multinacionais no setor de software ERP. Isto mostra que a capacidade dos Brasileiros está despontando no mundo corporativo com trabalhos altamente capacitados e com grandes valores agregados, deixando assim, o capital cultural evoluido para todos os brasileiros.

    Constata-se que os empresários e dirigentes das grandes empresas Brasileiras estão dando preferência ao produto nacional, como já fazem França, Alemanha, EUA e demais potências. Chegou a hora do Brasil também valorizar as empresas nacionais como já esta acontecendo, parabéns aos homens de decisão destas empresas por optarem e terem a coragem de serem Nacionalistas.

    fontes:
    http://www.sap.com/brazil/about/press/noticias/2007/janeiro/00007.epx

    fonte :
    http://www.nuca.ie.ufrj.br/blogs/gesel-ufrj/index.php?/archives/4953-Eletrobras-moderniza-ERP.html

    Diziam que a SAP iria implantar o ERP em furnas em 1 ano e já se passaram 4 anos, politicamente o Sr. Pedro Hosken da eletrobás disse que estava implantado em janeiro de 2010, estamos em abril de 2011 e dezenas de problemas e insatisfações com a SAP permanecem, já gastaram mais de 59 Milhões em apenas 1 empresa da Eletrobrás.

    A pergunta que não quer se calar é:

    Porque o Sr. Pedro Hosken, mesmo sabendo que o SAP é carissima e sua implantação morosa insiste em falar em SAP, tendo outras empresas NACIONAIS e com custos pelo menos 60% abaixo do SAP e que tem as mesmas funcionalidades provadas ?

    fontes da própria SAP falando do processo:

    Clique para acessar o 14_15_Luiz%20Octavio%20Furnas%20-%20SAP%20Forum%202010%20(2).pdf

    A Ordem das Coisas

    Silvio Meira – UFPE (Publicado em http://www.sbc.org.br em 22/02/2002)

    http://www.faceca.br/bsi/documentos/a_ordem_das_coisas.doc

    De todas as formas de “persuasão clandestina”, a mais implacável é aquela exercida tão simplesmente pela “ordem das coisas”. Quem diz é o sociólogo Pierre Bourdieu, citado por Ignacio Ramonet na abertura do artigo de capa do Le Monde Diplomatique deste fevereiro de 2002. O título do texto é Berlusconi, uma análise da atual ordem das coisas na Itália, governada por um homem “inescrupuloso, demagogo, populista” e aliado (para chegar ao poder) aos racistas e “novos facistas”. Além de estar sendo acusado de várias formas de corrupção… E o que isso tem a ver com o Brasil? Como um todo, o país não é assunto desta coluna, mas a diversificação e a intensidade de nossas conflagrações sociais, políticas e econômicas, desde a quase guerrilha do PCC até o ataque devastador da dengue, passando pela crise nas instituições magnas da sociedade, deveria nos levar a refletir um pouco sobre se tal “ordem das coisas” não estaria (re)definindo o país, quase que definitivamente.

    Como temos que nos restringir, aqui, ao debate sobre tecnologias da informação e suas implicações, vamos conversar sobre um processo que pode acabar se tornando (mais) uma causa célebre das relações entre o governo (que domina o poder de compra capaz de fomentar e orientar o crescimento de uma parte considerável da indústria nacional) e a iniciativa privada, única forma de participarmos dos mercados nacional e mundial de forma produtiva e lucrativa. Ou alguém vai me dizer que seriam as estatais do passado e do presente capazes de “exportar ou morrer”, como quer o executivo?…

    Pois bem. Ano passado, importamos mais de um bilhão de dólares em software e devemos ter exportado uns US$100 milhões. Analistas do setor estimam que as importações de software, em 2005 ?que é só daqui a três anos- podem alcançar US$5 bilhões. Nos últimos doze meses, o déficit das contas externas brasileiras foi de US$22 bilhões, mais de 4% do Produto Interno Bruto. Por esta ótica, as importações de software são uns 5% do problema das contas em moeda forte, hoje. Como a economia não está crescendo tanto, mas o processo de modernização industrial e empresarial avança desabalado, software pode vir a ser 15 a 20% do déficit, em três anos. Caso se acreditasse nas previsões do setor, já era tempo para o país estar apavorado. Como o governo não tem outras análises para confrontar com as mesmas,deveria criar uma força de trabalho, imediatamente, para averiguar o que pode vir a acontecer nesta área. Porque controlar importação de software é infinitamente mais difícil do que criar operações padrão para aço ou grãos norte-americanos.

    Para criar uma política que favoreça as exportações de software Made in Brazil, um número muito grande de itens deve ser articulado e alinhado. Mas quase todo mundo concorda que o poder de compra do governo, nas áreas onde ele ainda consegue influir na economia, é absolutamente fundamental. Poder de compra não é subsídio nem proteção, se for utilizado com um mínimo de inteligência; quando o negócio é tecnologia, é muito difícil pensar no estabelecimento de bases negociais de grande porte, capazes de atingir mercados internacionais, sem a interferência construtiva do estado, de várias formas, no ciclo de vida das empresas e produtos. Poder de compra é uma linha de ação, mas educação, pesquisa e desenvolvimento são, também, fundamentais. Um Brasil competitivo em soja, hoje, é uma criação da Embrapa e da capacidade empreendedora do agro-negócio nacional. Se importássemos as sementes, o que seria uma alternativa a tê-las desenvolvido no país, boa parte do resultado financeiro do setor teria que ser remetido para fora do país, aumentando aquele déficit de US$22 bilhões. No caso de software, não há, nem nunca houve, uma política efetiva de educação, pesquisa, desenvolvimento, inovação e empreendedorismo, o que limita, e muito, as possibilidades da indústria nacional.

    Educação, pesquisa, desenvolvimento, investimento de base, legislação, poder de compra, tudo isto é parte do papel do governo na economia. E ninguém está com saudade das estatais: há coisas que só podem ser feitas em grande conjunto, e o governo é o lugar lógico e único, onde tal pode acontecer. Governo, quando funciona, em qualquer lugar, é muito bom. Mas olhando para o nosso governo, nem que seja, apenas, como comprador, o comprador especial que cria mercado e experiências de porte para as empresas nacionais, acabamos nos confrontado com a “ordem das coisas”. Coisas como a aquisição, por Furnas, de um sistema de ERP (sigla para enterprise resource planning), software de grande porte para gestão integrada de negócios, uma das áreas em que há competência, experiência e presença, no mercado, das empresas nacionais. Mas onde gigantes multinacionais como SAP e Oracle estão agindo para criar, no melhor caso, um oligopólio.

    Furnas foi “criada em 1957 e é administrada indiretamente pelo Governo Federal… controlada pela ELETROBRÁS”. Braço do governo, pois. Em setembro de 2000, Furnas tentou, sem sucesso, comprar um sistema de ERP sem licitação. Não estamos falando de uma comprazinha qualquer, é coisa da ordem de 50 milhões de reais. Em junho de 2001, lançou uma concorrência para o mesmo fim, privilegiando as empresas nacionais. Palmas, vivas, era o governo do Brasil, pensando no Brasil, em empresas que têm competência estabelecida e lideram o mercado nacional. O contrário do governo americano com o aço, onde os subsídios são para compensar a incompetência do setor. Só que… o edital foi revogado e substituído por outro, amplo, geral e irrestrito. Aí o campo de batalha ficou restrito a quatro empresas: Datasul e Microsiga, brasileiras, Oracle, americana e SAP, alemã.

    No processo, Furnas desqualificou a Microsiga, por entender que as empresas dadas como referência não estavam qualificadas para servir como tal… E as propostas técnicas das restantes foram abertas, após o que surgiram rumores de que a Datasul seria desclassificada por “não comprovar condições de poder implantar o sistema”… quando a empresa tem mais de 2.000 clientes. A Datasul foi mesmo desclassificada, mas recorreu à Justiça para que sua proposta financeira fosse aberta, o que foi acatado e revelou que a companhia nacional cobraria, pela solução, R$47 milhões, contra R$57 milhões da Oracle e R$61 milhões da SAP. A Datasul pode implementar o software, coisa que pode ser comprovada por muitos dos seus clientes de grande porte, e Furnas economizaria R$10 milhões só no sistema, o dinheiro ficaria no Brasil, gerando negócios e mais trabalho no Brasil, e criaria um dente para as empresas nacionais no mercado de ERP para companhias de eletricidade. Aliás, a pontuação da versão “totalmente aberta” do edital de Furnas quase desclassifica quem não tem instalações do setor elétrico como seus clientes.

    A ordem das coisas, aqui, aparentemente, é a seguinte: deixa esta coisa de empresa nacional pra lá. O mundo “está globalizado” e vamos, por isso, mandar dólares pros EUA e Alemanha, que estão na mais profunda miséria e precisando de nosso dinheiro para defender a “paz mundial”. Só que o fosso de renda e riqueza que vem sendo ampliado nas duas últimas décadas é o maior inimigo da paz mundial, que não vai ser reconquistada com bombardeios de precisão. A persuasão clandestina de que “não falar português é vantagem competitiva aqui”, levará cada vez mais empreendedores brasileiros a criar franquias de operações mundiais, que geram déficit, ao invés de indústria nacional, que ocupa mercado aqui, exporta e gera royalties e superávit. Se tivéssemos como compensar a importação dos bens, software e serviços de informática que, de acordo com a “ordem das coisas”, vamos acabar comprando, eu me calaria. Mas informática, e software e serviços em especial, é uma das poucas áreas de tecnologia em que podemos competir internacionalmente, em muitos setores da economia digital, de igual pra igual com a SAP, Oracle e quem mais vier. Jogar tal possibilidade fora é inaceitável.

    Uma outra “ordem das coisas” que, se real, é bem mais cruel e destruidora, vem dos rumores sobre os rios de dinheiro que estão sendo traficados, berlusconiamente, para “resolver problemas” em muitas concorrências públicas. Em grandes concorrências de informática, diz-se que o pedágio chega a 20%… nas pequenas, de até R$1 milhão, há quem tenha visto 50% do valor ser negociado como parte de um “acordo de cavalheiros”. Por alguma razão, esta coluna não conseguiu nenhum depoimento ou mesmo um nome, que fosse, de qualquer pessoa, empresa ou braço do governo envolvido em tais transações. Deve ser porque os rumores são só mesmo, rumores de um ano eleitoral…

    fontes:
    http://www.sap.com/brazil/about/press/noticias/2007/janeiro/00007.epx

    SUB JUDICE
    Licitação de Furnas abre guerra judicial entre Oracle e SAP. O que está em jogo é um contrato de R$ 60 milhões para fornecer um software de ERP que deveria estar funcionando desde 2001.
    Oracle e SAP estão neste momento montando as barricadas para as próximas batalhas da sua guerra particular que se arrasta há seis anos. O que está em jogo é um contrato de cerca de R$ 60 milhões. O ponto da discórdia entre os gigantes da tecnologia é a licitação de Furnas Centrais Elétricas para a compra de um software de gestão, conhecido pela sigla ERP. Esses sofisticados programas de computador servem para organizar a rotina financeira de grandes corporações. São imprescindíveis para gerenciar lançamentos contábeis, programar pagamentos e organizar o dia a dia com instituições financeiras. Não há como viver sem eles em função da sua capacidade de reduzir custos e aumentar a produtividade das companhias. Furnas sabe disso e espanta que até hoje a empresa esteja sem o seu ERP em pleno funcionamento. A primeira tentativa foi feita em 2001. Nessa licitação a Oracle ganhou e a SAP recorreu ao Tribunal de Contas da União. Em 2002, o TCU reconheceu a legalidade do processo e autorizou Furnas a gastar os R$ 55.042.437 do contrato da Oracle. Até outubro do ano passado nada aconteceu e para surpresa da Oracle, que esperava o sinal verde do seu cliente, Furnas abriu uma nova licitação. A empresa americana diz que nada mudou e o edital prevê a venda de um programa igual ao comercializado há seis anos.

    Para defender o seu terreno dos invasores, a Oracle entrou na justiça. Os advogados da empresa pediram uma liminar suspendendo a licitação. O juiz não aceitou a proposição e espera um parecer do Ministério Público antes de emitir sua decisão final. Quando Furnas fez a primeira licitação para comprar seu ERP a Oracle adotou uma estratégia agressiva e apresentou um preço R$ 5 milhões inferior ao seu adversário. Na pontuação final ficou com 9,76 pontos contra os 9,64 da SAP. Em outubro passado sob o número 0023.2006 a segunda concorrência para compra do ERP, a Furnas deixou claro que o seu propósito era ter um programa capaz de organizar seus 15 000 pagamentos mensais e 1,7 milhão de lançamentos contábeis por mês. As propostas deveriam ser abertas em 04 de dezembro e a Oracle pressentiu que perderia o contrato para a SAP. “É o mesmo edital licitando o mesmo produto”, afirma um dos envolvidos na disputa. “Não faz sentido abrir essa nova concorrência.”O que está em jogo é um contrato que pode chegar a R$ 60 milhões. Oracle e SAP preferem se pronunciar, mas quem acompanha de perto esse duelo de titãs sabe que os lances de ataque continuarão até a derrota completa de algum dos envolvidos.

    Gastar 60 milhões em um ERP enquanto a infra-estrutura de energia está totalmente defasada, isto no mínimo é uma irresponsabilidade de quem decidiu a compra de um software estrangeiro e levando altos lucros para outros paises, a sociedade não admite mais estes abusos.

    Grupo de estudo ERP BRASIL.

    Eletrobrás moderniza ERP
    A Eletrobrás começa a atualizar e readequar seu sistema integrado de gestão empresarial (ERP). O processo se desenvolverá ao longo de 18 meses e vai superar a cifra de R$ 10 milhões. O trabalho está a cargo da Politec, vencedora de licitação em 2008. A modernização integra o plano guarda-chuva de transformação da holding, que pretende melhorar sua competitividade no mercado. Ainda não há estimativa de economia de recursos com o uso do novo pacote de funcionalidades, mas Cláudio Magalhães, da coordenação geral da Presidência da Eletrobrás, adianta que “serão valores significativos”. Ele garante que a gestão ganhará em segurança, já que o ERP vai passar também a comportar os planejamentos estratégico e econômico-financeiro. A integração das áreas será ampliada, com reflexos positivos quanto ao controle sobre projetos e atendimento de metas empresariais. (BrasilEnergia – 18.09.2009)

    fonte :
    http://www.nuca.ie.ufrj.br/blogs/gesel-ufrj/index.php?/archives/4953-Eletrobras-moderniza-ERP.html

    Se somarmos todos os valores e tentativas da eletrobrás em ERP, com este acima 10 milhões, com o outro de 59 milhões de FURNAS, imagina quanto dará para as empresas do grupo ?

    Eletrobras Cepel

    Eletrobras CGTEE

    Eletrobras Chesf

    Eletrobras Eletronorte

    Eletrobras Eletronuclear

    Eletrobras Eletrosul

    Eletrobras Furnas 59 milhoes com SAP

    Itaipu Binacional

    Eletrobras Distribuição Piauí

    Eletrobras Distribuição Rondônia

    Eletrobras Distribuição Acre

    Eletrobras Amazonas Energia

    Eletrobras Distribuição Alagoas

    Eletrobras Distribuição Roraima

    Eletrobras Eletropar

    Este pequeno estudo demonstrativo é passível de uma boa pesquisa pelos Srs Jornalistas, pois a revisão tarifária que já esta em vigor e os atuais aumentos da conta de energia são um verdadeiro abuso e desrespeito ao consumidor Brasileiro, somos a energia mais cara do mundo, isto realmente é uma vergonha nacional. E alguns dirigentes querendo gastar mais de 500 milhoes com SAP em empresas que nem infra-estrutura tem, a rede cai com qualquer chuva e perdemos nossos mantimentos em nossas casas, nossos equipamentos domésticos queimam e ninguem faz nada na eletrobrás.
    Porque este Sr. Pedro Hosken insiste nestes valores absurdos e deixa nossas divisas irem para outros paises ?
    SAP =ALEMANHA

    Porque não constratamos as empresas nacionais de ERP que são totalmente aderentes as necessidades do setor elétrico e dentro das normas da aneel? empresas com custos 60% menores que a SAP , tão boas quanto e com profissionais altamente competentes. Isto seria investir no nosso Brasil e não deixar nossas divisas vazarem com preços abusivos num momento de crise da eletrobrás.

    Pensem, tudo que estamos colocando são fatos reais, e contra fatos não há argumentos.

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